QUEM SOMOS

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Ir ao encontro, abrir-se à Presença que nos tece corpo no mundo, deixar-se tocar pelas misteriosas mãos dos eventos que nos escolhem… Quem é aquele que evolui enquanto caminha? Serão os pés uma extensão da Consciência ou esta, uma nova biologia para tempos de desassossego? Procuramos aninhar as dúvidas do mundo moderno com a Certeza do Agora. Há algo que não é passível da ação do tempo. Há algo que nos convida a imortalidade apesar da morte. Como se fazer terra para que essa chuva de bênçãos nos provoque nova brotação? Terra de Rudá é uma convocação à descoberta, uma rede de trilhas para um Único Lugar, um grupo de pessoas que se buscam Indivíduos enquanto partilham-se diálogo.

A Natureza, a Psicologia Profunda, a Arte e o Sagrado são territórios de experimentação, para se ser inteiro.

Objetivos:

  • Desenvolvimento pessoal através do convívio em grupo.
  • Cuidar do novo Homem, que busca na síntese entre Psyche, Arte, Ciência e o Sagrado, a sua melhor tradução. Longe das instituições catequistas, que se apropriam da “verdade”, a contemporaneidade nos pede uma síntese lúcida e terna, onde o humano se dirija ao risco de se reinventar através da seiva das Tradições e do sopro do Agora.

Fundamento Quatérnio:

Quatro gestos fincam o Individuo em seu território.

I- O Corpo sacralizado.

II- A Psyche consciente.

III-  O Intelecto criativo para resignificar o Real.

IV-  O Espírito livre no Caminho do Ser.

 Linguagens Utilizadas:

Psicologia; Tradições Espirituais; Meditação; Arte; Natureza; Trabalhos Corporais…

 Vocação:

Apascentar o Ego para que este sirva, gentilmente, o Self.

 Instrumento:

O diálogo é o corpo do discernimento. Graças a ele, o sentimento nos singulariza a partilha.

Nossa História

Vamos lhe contar um pouco do nosso caminhar, este percurso que, sem dúvida, começou há mais de dois mil anos atrás com a tenacidade e coragem de tantas pessoas anteriores a nós. O que traremos agora são apenas nossos últimos passos. Como a história sempre fundamenta as identidades, desejamos compartilhar a nossa com você.

Em 2005 sob a paternidade ideológica e, inclusive, material de Jean-Yves Leloup, nasceu a Terra da Trindade em estreita ligação com a Igreja Ortodoxa Francesa e o Monastério Saint Michel du Var, dirigido por Monsenhor Martin, queridíssima presença entre nós. A idéia mestra foi a criação de um Centro de convivência, meditação e desenvolvimento espiritual norteado principalmente pelo Cristianismo e, em especial, pelo Hesicasmo, pela relação com a natureza, pela simplicidade e o silêncio criativo. Enfim, um lugar onde tudo tivesse um propósito e a descoberta do Ser que É dentro de cada um encontrasse um solo fértil. Para isso, Jean-Yves Leloup recomendou-nos com insistência a citação: “vai para ti” e “criem”!

O tempo passou. Realizamos workshops, inclusive com amigos colaboradores, encontros, palestras, estudos, celebrações, retiros e, coerentemente, fomos para nós mesmos, mais e mais. Então…, criamos: nos re-criamos. A partir da própria experiência sentimos a necessidade de incluir como ferramenta básica para o desenvolvimento do Ser e Encontro Espiritual, o conhecimento psicológico – o processo de cura das feridas da Alma. Sinceras e belas intenções de vida sucumbem a processos emocionais não trabalhados ao longo da história da humanidade, tendo como conseqüência o triste e frustrante final em que discursos e teoria se contradizem na prática. No adiantado da hora das humanas dificuldades buscamos orientação daqueles que nos parecem mais sensíveis e profundos no processo de Curar a Alma/ Curar o Espírito e destacamos, entre outros: Jung, J. Campbell, Edward Edinger, Annick de Souzenelle, os Terapeutas de Alexandria, além do próprio Jean-Yves. Assim, caracterizar o nosso trabalho como um trabalho Psico-Espiritual tornou-se imperioso para nós.

Mas, e o Espírito do homem contemporâneo? Sem dúvida suas angústias multiplicaram-se em complexidades. A maioria dos rituais religiosos esvaziou-se de seus significados, constituindo-se, mais freqüentemente, em eventos sociais do que em vivências espirituais transformadoras ou inspiradoras do Ser que nos habita. Por outro lado, as diferentes Tradições priorizam diferentes aspectos do Ser. Simplificadamente e em síntese podemos dizer, por exemplo, que no Cristianismo a ênfase reside no Amor e no Taoísmo, na relação com o Natural. A intenção é chegar ao mesmo lugar, porém os caminhos são bem diferentes. E do que precisamos hoje, neste mundo tão intenso e contraditório, afinal? Qual a fome espiritual que devora o ser humano da nossa época? Esta tornou-se uma grande questão.

Dentro do grupo irrompeu também mais um chamado. O do reconhecimento da nossa brasilidade. De que forma podemos ser universais e ao mesmo tempo, reverenciar esta origem mais direta, que singulariza e traduz tanto o nosso modo de viver? Com amor estabeleceu-se o desejo de expressar gratidão e respeito por nossa Terra Brasilis, esta linda nação que ainda encontra dificuldades em valorizar a si mesma com adequação, alegria e maturidade. Que desejo de incorporar Pindorama… onde, acreditamos, cantará cada vez mais, não só o sabiá e tantos maravilhosos pássaros, mas o coração de Homens e Mulheres fortes, sensíveis e amorosos em colaboração com o mundo.

Então, o caminho, ou melhor, a trilha a ser aberta, tornou-se clara: recuperar o maravilhoso simbolismo dos textos e dos rituais sagrados, devolvendo-lhes seus mais profundos significados; abrir o coração a todas as Tradições Espirituais considerando-as na mesma perspectiva de importância, para que cada uma seja o licor abençoado e o alimento adequado ao sacio dos diferentes aspectos da Totalidade deste homem atual, tão desacreditado, machucado e solitário nos seus medos para enfim, realizarmos nossas sínteses.

Despedimo-nos emocionados da Terra da Trindade como filhos que vão para o mundo eternamente reconhecidos. Na passagem para 2009, fizemos nascer a Terra de Rudá – nome da divindade Tupi-Guarani do Amor e da Fertilidade. Tornamo-nos, então, um Centro de Trabalho Psico-Espiritual sob a inspiração de todas as Tradições. As antigas parcerias permanecem e continuamos preparando com muito carinho nossos retiros com Jean-Yves Leloup uma vez por ano e encontros com outros facilitadores da Jornada, além dos trabalhos realizados pelo próprio grupo.

O processo de trabalho e estruturação da Terra de Rudá ocorre através de freqüentes reuniões regulares e retiros internos do grupo onde compartilhamos a meditação, a oração, idéias, estudo e vivências. Desta forma, criamos um território experencial de nutrição e crescimento também para nós.

Convidamos você a continuar ou a começar a caminhar conosco, nesta trilha do Coração Discernido, onde o Amor, o Natural e a Liberdade sejam desdobramentos do Ser integrado e rememoriado de sua origem sagrada.

 

 

Mito de Rudá

 

Rudá

Rudá, o Deus do Amor
No começo, ainda no silêncio… muito silêncio… …havia a escuridão, muita escuridão.
Nada se via. Nem olhos havia para ver. Escuro, muito escuro.

Então nasceu o Sol, Guaraci.
Desde o primeiro dia, Guaraci nasceu como sempre nasceu: devagarinho, primeiro um clarão no nascente, depois uma bola de luz vermelha… ia clareando e subindo… subindo… subindo… e ia clareando tudo, iluminando tudo, aquecendo tudo, derramando vida em tudo…

Mas o tudo, no começo, era quase nada.

Então Guaraci viu aquele nada e começou a criar…
Criou as águas, muitas águas: águas de sal, águas doces, águas de jorrar do céu…
Depois criou as terras, muitas terras… Entremeando as terras, águas que corriam, águas que paravam… As águas se movimentavam e as terras também… e Guaraci gostava daquele movimento.
E de ver aquele movimento, Guaraci criou o vento, que também se movimenta. Às vezes forte, tufão, furacão… às vezes leve, brisa calma e refrescante.
E Guaraci, bola de fogo, esquentava tudo aquilo. E criava.

Criava peixes, de espécies e cores diferentes, que viviam nas águas, cada qual com o seu tamanho…
Criava animais de espécies e cores diferentes, que viviam nas terras, cada qual com o seu tamanho…
Criava vegetais, de espécies e cores diferentes, que viviam nas águas e nas terras, também com tamanhos diferentes…
Criava pássaros e insetos para povoar o ar… sempre de espécies e cores e tamanhos diferentes…
E todos eles faziam sons diferentes… cada um do seu jeito.

E de tanto criar tantas coisas, tanta natureza, tudo tão bonito… ah… Guaraci ficou cansado.
Ficou muito, muito cansado… e foi ficando com muito sono… precisou dormir.
Foi fechando os olhos, bem devagarinho, e quando fechou os olhos de vez, tudo ficou escuro, muito escuro. Guaraci não podia ver mais nada de tudo que havia criado. Enquanto dormia, só a escuridão.
Ah… cadê tudo aquilo tão bonito? Guaraci queria ver aquilo tudo de novo… mas estava tão cansado… Ainda queria descansar mais, mas estava tão sozinho…

Nesse sono ou nesse sonho, no meio dessa escuridão toda, Guaraci criou a Lua, Jaci. Mas foi no meio do seu sono, quando estava tudo escuro.
Foi assim: lá longe, Guaraci viu chegando um clarão, no coração da escuridão. Aquele clarão foi crescendo, foi se abrindo no escuro da noite, e foi se apresentando.
Subindo no céu, foi surgindo ela, Jaci, primeiro como uma bola amarela, cor de laranja, as laranjas que Guaraci tinha criado antes.
Depois Jaci, a Lua, subia, e subia, e quanto mais alta subia, o seu brilho virava prata, e fazia um lindo clarão iluminando toda a natureza.
Era lindo o brilho nas águas, clarão nas montanhas… e outros sons se faziam, os sons da noite.

Era uma Lua tão bonita que Guaraci nessa mesma noite de sono ou de sonho, apaixonou-se por ela. Um sentimento tão bom… ela era tão bonita… e mostrava, do seu modo especial, do modo mesmo de Jaci, ela mostrava tudo aquilo que ele tinha criado.
Guaraci ficou muito encantado e tão apaixonado que abriu os olhos para poder vê-la e admirá-la melhor… mas ah… quando abria os olhos, tudo se iluminava de um jeito mais forte e colorido, e ela desaparecia…

E ele queria mostrar a ela o quanto era bonita toda aquela natureza, com suas flores e cores…
Mas ela não estava mais lá. E ele procurava, procurava… e ela não estava mais lá.
De tanto procurar por Jaci, novamente Guaraci ficou cansado, muito cansado… e novamente fechou os olhos para dormir um pouco. E enquanto dormia, lá vinha ela, fazendo o seu desfile no fundo da escuridão, com seu lume, com seu jeito de se apresentar e de mudar de ouro em prata… Era mesmo muito bela, Jaci.

E Guaraci queria dizer de seu amor por ela, e o quanto de lindo havia quando ela não estava…
E queria dizer que quando abria os olhos para chegar a ela, tudo clareava e ela sumia. E queria dizer também que quando tudo se iluminava e ela desaparecia.

Então Guaraci criou Rudá, o mensageiro de seu amor…
Para dizer a ela o que se sentia quando ela crescia no escuro do seu sono…
E que, na clareza do seu sonho, ele a admirava.
E ele queria também mostrar a ela quantas coisas lindas havia quando ele estava de olhos abertos…
E como ele se sentia só quando ela desaparecia…

Foi assim que nasceu Rudá, o amor. Porque o AMOR não conhece luz ou escuridão e podia levar a Jaci a mensagem de Guaraci. Dia ou noite, Rudá, o AMOR, podia dizer à Lua Jaci o quanto o Sol Guaraci era apaixonado por ela.

E, ao levar a mensagem a Jaci, ela, por sua vez, mandou também uma mensagem de volta, dizendo o quanto ela achava lindo tudo o quanto ele fazia…
que ela passava a noite admirando todas as águas, todos os peixes, todas as terras e todos os seres que vivem na terra, todos os pássaros da noite, que se deliciava com a brisa suave, que ouvia os sons da noite, contraponto dos sons do dia…

E Rudá, o AMOR, levava a mensagem de Jaci a Guaraci, que sempre ficava tão feliz que novamente abria os olhos e iluminava tudo durante o dia… E novamente mandava por Rudá, nova mensagem de amor.

E por Rudá, Jaci mandava também outra mensagem de amor, dizendo que a luz que ela brilhava também vinha dele, do amor que ele tinha. E que ela também se sentia só e sentia muita saudade, quando Guaraci abria seus olhos iluminando tudo, mas que ela o amava e queria que ele soubesse disso. E Rudá levou a mensagem.

Então Guaraci criou algumas estrelas, mais estrelas, muitas estrelas, cada uma com um tamanho e brilho diferente para cintilar no céu e alegrar Jaci, fazendo companhia a ela enquanto ele dormia.

E até hoje, Rudá, o filho do Sol, nascido para ser o mensageiro do amor de Guaraci por Jaci, vive dia e noite, cumprindo sua missão.

Ele é encarregado de reproduzir os seres criados, pois Guaraci e Jaci querem sempre mostrar um ao outro uma coisa diferente. E todos os dias e todas as noites Rudá, que vive nas nuvens, fortalece esse amor com suas mensagens.

Ele também tem a missão de criar o amor no coração dos homens, despertando o amor como aquele de Guaraci por Jaci e de Jaci por Guaraci. O amor feito de admiração e de respeito pelo brilho do outro, pois cada um tem seu jeito próprio de brilhar. O amor feito de saudade, de beleza, de encantamento. O amor também pela Terra, pelos mares, pelos rios, pelas árvores, pelos animais, pelos homens, pelas mulheres e entre todos, porque afinal todos são admirados de dia e de noite por Guaraci e Jaci.

Esta é a história de Rudá, o Deus do Amor.

É uma história de amor, da mitologia tupi-guarani, em adaptação de Couto de Magalhães.

Interpretação do Mito

Falar de um mito é acessar o inventário imagético de cada cultura particular, que se manifesta diferenciadamente, mas que encontra em sua sustentação a mesma matriz arquetípica universal. Interpretar um mito Tupi –Guarani é encontrar uma parte da face brasileira de deuses, que nos arrebatam e assombram de forma específica, desde nossas raízes mais primitivas.

Dentre esses, encontramos essa tríade divina superior indigenista, representando o Sol (Guaraci), a Lua (Jaci) e o Amor (Rudá).

Há muito que o sol vem sendo associado à energia criativa e assertiva do masculino, enquanto a Lua expressa a receptividade e o acolhimento feminino. Razão e afeto, amantes apaixonados, porém separados pelo descuido de uma civilização que descarrilou do essencial. Esse casamento sagrado está nas bases de todas as tradições ancestrais e foi respeitosamente tomado de empréstimo pela psicologia profunda.

No plano pessoal, a despedida entre pensamento e sentimento agoniza na saudade de uma personalidade cindida e resgatar essa união é vital para que se encontre a integralidade da alma.

Quem sabe por isso, Guaraci, em sua sabedoria, percebeu que nada mais seria capaz de promover seu enlace com Jaci, núpcias sagradas que harmonizam a tensão dos contrários, se não fosse pela ação mágica do amor puro de Rudá.

O Amor – único artífice capaz de forjar a aliança torneada entre a inteligência e a sensibilidade, matéria vital para transformar a qualidade do homem contemporâneo.

Também podemos significar o sol como a clareza que caracteriza a consciência e, em contrapartida, a noite que veste a lua, como a simbolização do que nos é cego, oculto e, portanto, nos está inconsciente. Se assim for, Rudá, o Amor, é aquele que liga, resgatando à luz, das mãos estranhas da sombra, o que rejeitamos ou fomos impedidos de conhecer. E assim, ao desvelarmos o desamado e reconhecermos nele algo de íntimo, podemos ser tomados pela própria compaixão. Ego ferido entregue ao colo de sua amorosidade, pode agora enamorar-se de cada parte desagregada da personalidade, mesmo as mais repulsadas, que estavam projetadas no mundo exterior, ansiosas para retornar para casa.

Vemos então, expressa no mito de Rudá, a proposta do grupo de terapeutas e facilitadores da Terra de Rudá: oportunizar o encontro da inteireza daqueles que percebem e desejam experimentar o caminho inspirado no Ser, cuja possibilidade de expressão depende de escolhas corajosas e discernidas para que, enfim, o Amor Verdadeiro aconteça.

Equipe

Dola

Dolores Schroeder – Psicoterapeuta; Consultora de RH: Artesã e Fiandeira. Desemaranhar os fios… tecer os acasos… costurar os acontecimentos – como caminhos de busca e de expressão de inteireza, de esperança, de confiança e de amor pela vida.


Ly

Lygia Franklin de Oliveira – Psicoterapia Profunda, Tarot, Astrologia e Medicina Chinesa como instrumentos orientadores das sínteses necessárias ao Estar Vivo e Apaixonado no mundo. Então, naturalmente, o desenvolvimento espiritual acontece.

Mario

Mario Fernandes Gomes  – A flor expressa sua beleza, incondicionalmente. A terra acolhe, recicla tudo e todos, sustentando. A chuva rega e renova os brotos, saciando. O vento compartilha sua dança seja lá onde for, orientanto. Eu pretenciosamente quero cuidar desse jardim, dançando.

Rê

Regina Clara Palmeira – Educadora, com graduação em História e Formação Holística de Base pela UNIPAZ RJ, Taróloga, e Contadora de Histórias, Lendas e Mitos, coordena grupos de leitura e reflexão, a serviço da transformação do mundo a partir de nossa própria integração.

 

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Rosa Valgode – Psicoterapeuta , Facilitadora Corporal , Hesicasta, Coach e Coordena grupos de aprofundamento na busca desse Encontro Profundo com o Ser como um caminho para se compreender e integrar nossa existência individual e coletiva, buscando em cada passo perceber o encontro com o Ser.

Sergio

Sergio Seixas – Astrologia, Medicina Chinesa (Acupuntura, Ervas Chinesas, Alimentação) e Arte são instrumentos de revelação do Self através do nosso pedido de ajuda que permeia as relações. Extrair dos rumos tudo o que não é Caminho, para traçar na Trilha as Pegadas do Dharma.

 

Kronos e Kairós na Terra de Rudá

  • Junho 2008 – Retiro com Jean Yves Leloup – Anamnese Essencial
  • Dezembro 2008– Workshop da Terra de Rudá – 2009 – um Ano para se Compreender
  • Março 2009 – Retiro com Jean Yves Leloup – A Arte de Cativar o Búfalo
  • Março 2009 – Performance: Cerimônia do Chá
  • Julho 2009 – Retiro Interno da Terra de Rudá
  • Dezembro 2009 – Seminário com Jean Yves Leloup – As Três Sabedorias de Salomão, o Homem de Shalom
  • Junho 2010 – Retiro com Jean Yves Leloup – Apocalypses
  • Junho 2010 – Performance: Apocalypses
  • Novembro 2010 – Retiro com a Terra de Rudá – 2012, Um Ano que Já Começou
  • Junho 2011 – Retiro com Jean Yves Leloup – O Tambor e o Silêncio
  • Junho 2011 – Performance: O Tambor e o Silêncio
  • Novembro 2011 – Retiro com a Terra de Rudá – Tempos Limítrofes
  • Dezembro 2011 – Workshop com a Terra de Rudá – Planos e Plenilúnios
  • Junho 2012 – Retiro com Jean Yves Leloup – Introdução à Terapia Iniciática de Graf Dürkcheim
  • Junho 2012 – Performance : O Manto
  • Julho 2012 – Retiro Interno da Terra de Rudá
  • Novembro de 2012 – Workshop com a Terra de Rudá – Orar as Contas
  • Novembro de 2012 – Instalação: Tecno
  • Maio 2013 – Retiro com a Terra de Rudá – Medo – uma Passagem Secreta para o Amor I
  • Maio 2013 – Performance:  Medo
  • Maio 2013 – Galeria de Arte: Poéticas do Medo I
  • Agosto 2013 – Publicação d a Terra de Rudá – A Mística do Ato
  • Agosto 2013 – Retiro Interno da Terra de Rudá
  • Outubro 2013 – Retiro com a Terra de Rudá – Medo – Uma Passagem Secreta para o Amor II
  • Outubro 2013 – Performance: Medo
  • Outubro 2013 – Galeria de Arte: Poéticas do Medo II
  • Junho 2014 – Retiro com a Terra de Rudá – A Copa dos Mundos
  • Junho 2014 – Performance : O Limiar
  • Outubro 2014 – Retiro com a Terra de Rudá – Família e Transcendência
  • Outubro 2014 – Performance : Carta ao Pai e à Mãe
  • Dezembro de 2014 – Intervenção da Terra de Rudá -: Tornar-se Presente
  • Junho 2015 – Retiro com a Terra de Rudá – Culpa, Perdão e Liberação
  • Junho 2015 – Performance : Dentro de Mim Mora uma Sentença
  • Agosto 2015 – Retiro com a Terra de Rudá – Família e Transcendência em Curitiba
  • Agosto 2015 – Performance: Carta ao Pai e à Mãe
  • Outubro 2015 – Retiro com a Terra de Rudá – Segurança, Foco e Auto-realização
  • Outubro 2015 – Performance: Aion – O Instante Criativo
  • Em 2015 – Celebração dos Solstícios de Inverno e Verão e Equinócios de Outono e Primavera
  • Dezembro 2015 – Workshop com a Terra de Rudá – Encontro de Final de Ano
  • Dezembro de 2015 – Tornar-se Presente às quartas-feiras pela manhã
  • Em 2016 – Celebração dos Solstícios de Inverno e Verão e Equinócios de Outono e Primavera
  • Fevereiro 2016 – Ciclo de Conversas com a Terra de Rudá
  • Maio 2016 – Retiro com a Terra de Rudá – Potência de Encontro
  • Maio 2016 – Performance: O Grito
  • Junho 2016 – Intervenção da Terra de Rudá : Qual o Seu Sonho de Vida – CIO – Campo de Imantação Onírico
  • Agosto 2016 – Retiro com a Terra de Rudá em Curitiba – Medo – Uma Passagem Secreta para o Amor.
  • Agosto 2016 – Medo – Curitiba
  • Outubro 2016 – Worshop com a terra de Rudá – Festa de Encerramento do “ Qual o Seu Sonho de Vida – C.I.O. ?” e aniversário da Terra de Rudá.
  • Novembro 2016 – Retiro com a Terra de Rudá  com Marco Shultz – Sim Eu Realizo.
  • Novembro 2016 – Performance: Teu olhar me Constroi.
  • Em 2017 – Celebração dos Solstícios de Inverno  e Equinócios de Outono.
  • Junho 2017 – Retiro com a Terra de Rudá – Propósito de Vida.
  • Junho 2017 – Performance: αρμονία.
  • Agosto 2017 – Amor Singelo – “O Masculino Ferido”.
  • Setembro 2017 – Retiro Culpa Perdão e Liberação – Curitiba
  • Setembro 2017 – Performance: Dentro de Mim Mora uma Sentença
  • Setembro 2017 – Lançamento do Projeto Rudá
  • Outubro 2017 – Retiro com a Terra de Rudá – Onde Está Você.
  • Outubro 2017 – Performance: Onde Está Você.
  • Outubro 2017 – Performance : …em algum lugar de meu medo eu abismo.